Diário de Viagem - 116/119 - 29/12/2006      Paris


 -x-x-x-x-x- . Surpresas, surpresas, hoje as 9:30 Paris nos brindou com uma manhã ensolarada (uma manhã ensolarada em pleno inverno parisiense, ou seja, o céu com azul água e muito frio).
Tomamos o metro e fomos até a Gare de Saint-Lazare e nos dirigimos ao Boulevard de Haussmann onde se encontra o Primtemps e a Galeria Lafaite, entre outros grandes magazines parisienses.
Passamos pela Opera Garnier (teatro lírico luxuoso) - o Teatro Lírico Nacional, projetado pelo arquiteto Charles Garnier, é um monumento glorioso a opulência do segundo império.
A fachada é decorada com frisos e esculturas, e o interior é tão enfeitado quando a fachada.
Um Museu conta a história da Opera por meio de pinturas, fotos e modelos.
Chegamos a Galeria Lafaiete e realmente o ambiente é deslumbrante.
Cada griffe, cada nome tem o seu espaço de exposição e venda, todos ao redor da grande abertura interna.
Quando passeamos pelas galerias entre as mais famosas griffes pudemos confirmar que cada uma delas tem o seu pequeno quiosque aqui localizado.
Estando no solo e olhando pela grande abertura central a impressão que nos da é que as galerias são formadas de pequenas sacadas, super decoradas.
No dia de hoje, época de Natal e Ano Novo, a decoração natalina é excepcional, com uma grande árvore de mais de seis andares de altura, pendente do teto.
Ao sairmos, nos dirigimos a Igreja de La Madaleine (Igreja clássica) - inspirada num templo grego, a Igreja de La Madeleine, levou cerca de 100 anos para ser construída.
O destino do prédio era ser Bolsa de Valores, tributo as conquistas napoleônicas ou estação de trens, mas transformado em Igreja em 1842.
O magnífico interior de mármore e dourações tem também três cúpulas (www.eglise-lamadeleine.com).
Seguimos em direção a Eglise Saint-Augustin (Igreja de metal) - erigida de 1860 a 1871, essa foi a primeira igreja de Paris com estrutura de metal, o que permitiu a cúpula atingir 50 metros de altura. O arquiteto Victor Baltard preencheu o terreno triangular com capelas gradativamente mais largas ao longo da nave.
Os afrescos do teto são obra do artista classisista Wuilliam Bougereau.
Chegamos a Rue de Rivoli nas imediações da Jardin des Tuileries, fomos lanchar.
Após o lanche seguimos pelo Jardin des Tuileries, agora com suas árvores totalmente desfolhadas, contribuindo com o cinza que predomina Paris nos dias atuais (inverno).
Chegamos a Place de La Concorde e aos pés do grande obelisco egípcio.
Champes-Elysees - ela já esteve em canções, já se marchou por ela e todo ano serve de palco para o desfile do dia de lá Bastilha, o auge do Tour de France e qualquer outro pretexto de comemoração nacional.
Indo da Place de La Concorde até o Arco do Triunfo de Napoleão I, a longa avenida de três quilômetros, aberta pelo Barão Haussmamm no seu grande plano de renovação de Paris, ainda transmite certa grandiosidade, apesar da invasão de lojas bregas para turistas e lanchonetes, tem nas ultimas centenas de metros, quase ao redor do Arco do Triunfo, lojas de griffes famosas.
No lado mais baixo, na Place de La Concorde (imensa mas lotada de veículos), destaca-se um obelisco de granito de 3.300 anos presente do vice-rei do Egito.
Dai até a rotatória na metade da avenida, a Champes-Elysees tem jardins de ambos os lados.
O trecho verde na parte norte dá para os fundos da residência presidencial, o Palais de L'Elysee (Palácio do Eliseu) do século XVIII, enquanto no trecho sul predomina a gigantesca cúpula de vidro do grand Palais e o vizinho Petit Palais, ambos remanescentes da exposição universal de 1900.  Nosso roteiro, Cidades pelas quais já passamos... No primeiro são realizadas exposições temporárias diversas, de grande publico, enquanto o ultimo guarda o acervo municipal de belas artes - até o outono de 2005, passou por enorme reforma de restauração, melhora da iluminação e ampliação do espaço de exposições.
Atrás do Grand Palais, o Palais de La Decouvert é um Museu de ciências também para crianças, com um planetário e várias mostras interativas sobre biologia humana, astronomia e metrologia.
O melhor ponto da parte alta da avenida é a Publicis Drugstore, reaberta em 2004 após renovação ousada conduzida pela arquiteta Michelle Saee.
A fachada de aço e vidro cheia de curvas faz com que a Publicis se destaque dos vizinhos adornados do século XIX.
Retornamos a Denfert Rochereau, utilizando o metro e fomos nos abastecer para o final de dia.
Passamos por algumas lojas vizinhas ao nosso hotel e posteriormente atualizamos a nossa página na internet, colocamos alguns comentários e fotos do dia.
Recolhemo-nos preparando-se para o ultimo dia de passeios e visitações a Paris que será o dia 30-12-2006, visto que dia 31-12 esta destinado a preparativos da viagem e locomoção até o Aeroporto Charles De Goulle, destino: Curitiba.


Click nas fotos para ampliar.

Mendes  @   Rosa Maria

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